sábado, 13 de agosto de 2011

UM BOM PAI VALORIZA SEUS FILHOS

Um Bom Pai Valoriza Seus Filhos
de Max Lucado

“Jenna, acorde! Hora de ir pra escola!”

Ela vai ouvir essas palavras umas mil vezes na vida dela. Mas hoje foi a primeira vez que ela as ouviu.

Eu me sentei na beira da cama dela por um tempo, antes de dizer essas palavras. Para dizer a verdade, eu não queria pronunciá-las. Eu não queria acordá-la. Uma hesitação esquisita pairou sobre mim enquanto eu me sentava na escuridão da manhã. Eu fiquei em silêncio. Eu sabia que minhas palavras a acordaria para um novo mundo.

Durante quatro rápidos anos ela havia sido nossa, só nossa. E agora tudo iria mudar.

Nós a colocamos na cama ontem à noite como “nossa menina”- propriedade exclusiva de Mamãe e Papai. Mamãe e Papai liam para ela, ensinavam-na, escutavam-na. Mas a partir de hoje, outra pessoa faria isso também.

Até hoje eram Mamãe e Papai que enxugavam suas lágrimas e colocavam Band-Aids. Mas a partir de hoje, outra pessoa também o faria.

Eu não queria acordá-la.

Até hoje, a vida dela era essencialmente limitada a nós – Mamãe, Papai e a irmãzinha Andrea. Hoje aquela vida cresceria – novos amigos, uma professora. O mundo dela estava nessa casa – o quarto dela, seus brinquedos, seu balanço. Hoje seu mundo expandiria. Ela ia entrar nos corredores sinuosos da Educação – pintura, leitura, cálculos…sendo transformada.

Eu não queria acordá-la. Não por causa da escola. É uma boa escola. Não porque eu não queira que ela aprenda. Deus sabe que eu quero que ela cresça, leia, amadureça. Não porque ela não queira ir. Durante esta semana ela só falou da escola!

Não. Eu não queria acordá-la porque eu não queria abrir mão dela.

Mas mesmo assim eu a acordei. Eu interrompi sua infância com a inevitável proclamação “Jenna, acorde!… Está na hora de ir à escola!”

Eu demorei demais pra me arrumar. Denalyn me viu cabisbaixo, e me ouviu sussurrando “O sol nasce e o sol de põe”, e disse, “Você não vai agüentar passar pelo casamento dela.” Ela está certa.

Dirigimos para a escola em dois carros para que de lá eu pudesse ir direto para o trabalho. Eu pedi a Jenna para ir comigo. Eu achei que deveria dar a ela um pouco de segurança de pai. Mas na verdade era eu quem estava precisando de segurança.

Apesar de ser alguém que se dedica a trabalhar com palavras, eu consegui muito poucas para compartilhar com ela. Eu disse a ela que esperava que ela gostasse da escola. Disse-lhe para obedecer à professora. Eu disse, “se você se sentir sozinha ou com medo, diga à professora para ligar para mim e eu virei e lhe pegarei.” “Tá bom!”, ela sorriu. Então ela perguntou se poderia ouvir escutar umas músicas infantis. “Tá bom!” Eu respondi.

Daí, enquanto ela cantava canções, eu prendia o choro. Eu a observei enquanto cantava. Ela parecia grande. Seu pequeno pescoço se esticava o máximo que podia para ver por cima do painel do carro. Seus olhos estavam famintos e brilhantes. Suas mãos estavam juntas no colo. Seus pés tinham tênis cor de rosa com turquesa, novinhos em folha, que mal ultrapassavam o assento do carro.

“Denalyn estava certa,” eu resmunguei para mim mesmo. “Eu não agüentarei passar pelo casamento dela.”

O que está se passando na cabeça dela? Eu imaginei. Será que ela sabe o quão alta é essa escada da Educação que ela vai começar a subir hoje de manhã?

Não, ela não sabe! Mas eu sabia. Quantos quadros de salas de aula aqueles olhos verão? Quantos livros as suas mãos segurarão? Quantos professores os seus pés seguirão e – ai! – imitarão?

Se eu tivesse poder, eu reuniria no mesmo instante todos os professores, instrutores, técnicos e tutores que ela teria nos próximos dezoito anos e anunciaria, “Esta não é uma estudante comum. É minha filha. Tenham cuidado com ela!”

Ao estacionar e desligar o motor do carro, minha grande filha se tornou pequena de novo. E foi a voz de uma menina muito pequena que quebrou o silêncio. “Pai, eu não quero sair do carro.”

Eu olhei para ela. Os olhos que antes estavam brilhantes agora pareciam amedrontados. Os lábios que haviam cantado agora estavam trêmulos.

Eu lutei contra um desejo extraordinário de atender ao seu pedido. Tudo em mim queria dizer “Tá bom, vamos deixar isso pra lá e vamos embora daqui!” Por um breve momento eu considerei a possibilidade de seqüestrar minhas filhas, pegar minha esposa e fugir das garras horríveis do progresso para viver para sempre no Himalaia.

Mas eu sabia que era errado. Eu sabia que era hora. Eu sabia o que era certo e que ela ficaria bem. Mas eu não sabia que seria tão difícil dizer, “Querida, você estará bem. Venha, eu lhe levo.”

E foi tudo bem. Um passo dentro da sala de aula e o gato da curiosidade tomou conta dela. E eu saí. Eu abri mão dela. Não tanto. E não tanto quanto eu terei que fazê-lo no futuro. Mas eu abri mão do quanto eu podia hoje.

Enquanto andava de volta para minha caminhonete, um versículo bateu na minha cabeça. Foi uma passagem que eu havia estudado antes. Os eventos de hoje levaram o versículo da teologia em preto e branco para a colorida realidade.

“Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós – como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas? (Romanos 8:31-32, itálico do autor)

Foi assim que você se sentiu, Deus? O que eu senti hoje de manhã pareceu em alguma coisa com o que você sentiu quando abriu mão de seu Filho?

Caso sim, explica tantas coisas. Explica a proclamação dos anjos para os pastores nos arredores de Belém. (Um pai cheio de orgulho ao anunciar o nascimento de seu filho)

Explica a voz no batismo de Jesus, “Este é meu Filho…”(Você fez o que eu queria fazer, mas não podia)

Explica a transfiguração de Moisés e Elias no topo da montanha. (Você os mandou para encorajá-lo)

Explica o quanto o seu coração deve ter doído ao ouvir a voz quebrantada de seu filho “Pai, afasta de mim este cálice.”

Eu estava deixando Jenna num ambiente seguro com uma professora compassiva, a qual estaria pronta para enxugar qualquer lágrima. Você deixou Jesus numa arena hostil com um soldado cruel, o qual deixaria as costas dele em carne viva.

Eu disse Adeus a Jenna sabendo que ela faria novos amigos, daria gargalhadas e desenharia. Você disse Adeus a Jesus sabendo que cuspiriam nele, ririam dele e o matariam.

Eu abri mão da minha filha sabendo que , se ela precisasse de mim, eu estaria ao lado dela imediatamente. Você disse Adeus ao seu filho totalmente ciente de que quando ele mais precisasse de você, quando seu grito de desespero bradasse através dos céus, você ficaria em silêncio. Os anjos, no entanto, em suas posições, não ouviriam nenhuma ordem sua. Seu filho, apesar de estar em angústia, não sentiria conforto vindo de suas mãos.

“Ele deu o seu melhor,” Paulo argumenta, “Por que duvidar do amor dele?”

Antes que o dia terminasse, eu sentei em silêncio pela Segunda vez. Desta vez, não ao lado da minha filha, mas diante de meu Pai. Desta vez não triste pelo que eu teria que dar, mas grato pelo que eu já havia recebido – prova viva de que Deus se importa.

A MARAVILHOSA GRAÇA DE DEUS

"A Maravilhosa Graça de Deus"

Alguns anos atrás, numa igreja na Inglaterra, o pastor notou um ex-assaltante se ajoelhando para receber a ceia do Senhor ao lado de um juiz da Suprema Corte da Inglaterra. O juiz era o mesmo que, anos antes, havia condenado o assaltante a sete anos na prisão.

Após o culto, enquanto o juiz e o pastor caminhavam juntos, o juiz perguntou, “Você viu quem estava ajoelhado ao meu lado durante a ceia?”

“Sim”, respondeu o pastor, “mas eu não sabia que você havia notado”.

Os dois homens caminharam em silêncio por alguns momentos. Daí o juiz disse, “Que milagre da graça!”

O pastor concordou. “Sim, que milagre maravilhoso da graça”.

Daí o juiz perguntou, “Mas você se refere a quem?”

O pastor respondeu “É claro, à conversão do assaltante.”

O juiz falou “Mas eu não estava pensando nele. Estava pensando em mim mesmo.”

“Como assim?” indagou o pastor.

O juiz respondeu, “O assaltante sabia o quanto ele precisava de Cristo para salvá-lo dos seus pecados. Mas, olhe para mim. Eu fui ensinado desde a infância a ser um cavalheiro, a cumprir a minha palavra, fazer minha orações, ir à igreja. Eu passei por Oxford, recebi meu diploma, fui advogado e eventualmente tornei-me juiz. Pastor, nada, a não ser a graça de Deus, podia ter me levado a admitir que eu era um pecador igual àquele assaltante. Levou muito mais graça para me perdoar por meu orgulho, minha confiança em mim mesmo, para me levar a reconhecer que não sou melhor aos olhos de Deus do que aquele assaltante que eu mandei à prisão.”

E que maravilha a graça é. Boas pessoas só não entram no céu porque seu orgulho as impede de chegar ao Salvador.

- Steven J. Cole, Not the healthy but the sick WORLD (March 1, 1997).

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Até aqui nos ajudou o Senhor!

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR!

Então Samuel tomou uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e lhe chamou Ebenézer, e disse:
Até aqui nos ajudou o Senhor.
(I Sm 7:12)

Ebenézer foi o nome que o profeta Samuel deu ao monumento que erigiu como marco da vitória concedida por Deus aos israelitas frente aos filisteus. O significado literal de ebenézer é “pedra de ajuda”, o que esclarece o significado daquele ato: lembrar o povo de Deus que o auxílio dEle é suficiente.

Não sabemos quantas lutas enfrentaremos daqui para a frente, entretanto é um conforto pensar que poderemos contar com a ajuda do Senhor. Em I Samuel 7 temos preciosas lições sobre a ajuda do Senhor.

I. O Senhor ajuda os fiéis. I Sm 7:3 e 4 contém as recomendações do profeta ao povo: deveriam se voltar ao Senhor de todo o coração, servindo somente a Ele e quebrando toda ligação com os demônios a quem os outros povos serviam. A reação dos israelitas foi pronta, lançando fora todos os ídolos.

II. Os fiéis oram e jejuam. I Sm 7:5, 6 e 8 descrevem o povo de Deus em oração, adoração, quebrantamento e jejum. Ao se consagrarem a servir ao Senhor de todo o coração os israelitas foram despertados para a vida devocional autêntica.

III. O Senhor ajuda aos que não murmuram. Enquanto os israelitas estavam num grandioso culto a Deus os filisteus se organizaram e resolveram ataca-los imediatamente (v. 7). Mesmo temendo a investida dos inimigos, os servos de Deus não murmuraram. Pelo contrário, confiaram que o Senhor poderia livra-los (v. 8).

IV. O Senhor ajuda operando maravilhas. I Sm 7:10 descreve a ação de Deus para derrotar os inimigos de Seu povo: mas o Senhor trovejou naquele dia com grande estrondo sobre os filisteus, e os aterrou. Para que os arrogantes filisteus fossem desbaratados bastou que o Senhor produzisse um tanto de trovões! Nosso Deus é grandioso e não economiza Seu poder em prol do Seu povo.

Que neste ano o Senhor nos dê ainda maiores vitórias. Ele é a nossa Pedra de Ajuda!


Paulo Rogério Petrizi

O que Jesus quer de Você?

Vinde a Mim (Mateus 11:28-30)

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e meu fardo é leve."

Durante centenas de anos e para milhões de pessoas estas palavras têm sido uma bênção. Não há uma palavra ou sentença aqui que não contenha um tesouro de pensamento para qualquer um que queira ouvir e aprender.

O convite feito aqui é captado por três palavras: "Vinde a mim"

Quando ouvimos o evangelho, quando lemos a Bíblia e estudamos o Novo Testamento e aprendemos sobre o Salvador o que somos chamados a fazer não é apenas mudar de religião! É certamente verdadeiro, se temos estado envolvidos em erro religioso, precisamos arrepender disso e seguir os ensinamentos dos apóstolos de Cristo. Mas isso pode ser apenas parte do que precisamos fazer. Não é exigida apenas uma mudança para a conversão. É uma decisão especial de deixar o pecado, confiar em Cristo e começar a segui-lo.

O convite é Vinde a mim, e isto significa que uma decisão deve ser feita de deixar o pecado, afastar-se do erro e vir a Jesus Cristo. E não se pode ler sobre Jesus com um coração honesto sem ser motivado para vir a ele. Ora, pode-se ler sobre ele meramente por certos interesses acadêmicos, ou curiosidade intelectual. O conhecimento que se ganha deste tipo de estudo pode jamais resultar em qualquer conversão ou salvação.

Mas, quando abrimos nossa mente -- quando nosso coração é bom -- quando sabemos que precisamos de alguma coisa melhor na vida e lemos sobre Cristo, somos motivados a mudar nossa direção, abandonar o pecado em nossa vida e vir a ele.

Ele diz: "Sou manso e humilde de coração." Como isso é verdade! E se tivermos lido sobre Jesus saberemos que isto é verdade. Lemos sobre ele na casa de Maria e Marta, em Betânia, consideramos sua atitude para com Pedro, antes e depois da queda de Pedro. Na história de sua vida e sua obra experimentamos a brandura e mansidão de Cristo. Jamais esqueça disso.

O povo a quem é dirigido:

"Todos os que lutam e estão sobrecarregados"

Por causa do fardo do pecado a alma do pecador está cansada. Nossa obstinação e nosso pecado não nos dão paz, nem tranqüilidade, nem liberdade. Nossos esforços para nos fazermos valer contra Deus, nossa obra para fazer a vontade do diabo, tudo isso põe um tremendo fardo sobre o coração, a vida e a alma. Estamos pesadamente carregados, e labutamos sob esta lida e carga que é tentar viver sob nossa própria vontade e governo. Jesus quer nos ajudar a sair debaixo desse fardo!

Jesus é um amigo para os pecadores. Na casa de Simão, um fariseu, Jesus foi abordado por uma mulher pecadora. Ela trouxe um vaso de alabastro com ungüento, prostrou-se a seus pés por trás dele, chorando e lavando seus pés com lágrimas, enxugando-os com seu cabelo, beijando seus pés e ungindo-os com o ungüento. Simão estava observando e pensou consigo mesmo: "Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora". Jesus falou a Simão e ilustrou a situação pecaminosa da mulher; ele repreendeu Simão pela sua própria falta de hospitalidade e cortesia costumeira. E ele demonstrou que era um amigo dos pecadores, dizendo à mulher: "Perdoados lhe são os teus muitos pecados" (Lucas 7:36-50).

Em outra ocasião, os escribas e fariseus trouxeram a Jesus uma mulher que diziam ter apanhado no ato de adultério (temos que assumir que havia um homem culpado, mas ele estava ausente). Os fariseus trouxeram essa mulher a Jesus para ver o que ele faria. A lei dizia que tal pessoa deveria ser apedrejada. Aqueles homens queriam tentar e acusar Jesus perguntando-lhe sobre esta mulher. Jesus replicou: "Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra". Um por um, eles saíram de cena. Quando Jesus e a mulher ficaram a sós ele lhe perguntou: "Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai, e não peques mais" (João 8:1-11).

Agora, deveria ser dito, alguns dos críticos do Senhor destorceram e interpretaram mal sua amizade com os pecadores. Eles o chamaram "amigo de pecadores", em Mateus 11:19, mas não pretendiam que isso fosse um elogio. Eles insinuavam que isso era um caso de transigência ou que ele estava de algum modo fazendo vista grossa da impiedade deles. Sabemos que Jesus era amigo dos pecadores num sentido muito mais alto; ele o descreveu em termos de um médico tratando do doente; ele disse à mulher culpada, "não peques mais". Sua associação com pecadores não era para encorajá-los no pecado, mas para desencorajá-los; ensinar-lhes, ajudá-los e salvá-los. Ele não era participante com eles em seu pecado. Vinha e se aproximava deles como seu Mestre amoroso, seu professor e Salvador.

Jesus, mais do que ninguém, cuida daqueles que labutam e que estão pesadamente carregados sob o terrível fardo do pecado. Ele oferece perdão aos culpados. Ele dá pureza aos impuros. Ele quer dar alimento aos necessitados. E ele quer retirar este fardo de nós, o fardo do pecado.

Ele não se dirige, aqui em Mateus 11, àqueles que se sentem justos e dignos. Ele não perdeu muito tempo com os orgulhosos, a polícia religiosa, os hipócritas que não queriam acreditar. Ele se dirigia a todos os que labutam e estão sobrecarregados. Estas eram pessoas como o carcereiro que perguntou em Atos 16:30: "Que devo fazer?".

Estas são pessoas que sentem uma carga em suas vidas, sejam elas quais forem. Estas são pessoas que conhecem sua ansiedade, reconhecem seu remorso e sabem que necessitam de descanso.

A promessa é: "Eu vos darei descanso"

A inquietação é uma das grandes características do mundo. Estamos com pressa e não sabemos para onde estamos indo. Há fracasso, desaponta- mento e negligência de olho em nós. Mas parece difícil admitir que o descanso está somente em Cristo: descanso de consciência; descanso de esperança; descanso, conforto e paz; em contraste com a agitada natureza do pecado.

Queira observar que isto não é como: Eu tenho alguma coisa e talvez você a encontre. Se viermos a ele, certamente a encontraremos! Observe a plena força das duas expressões: Eu vos darei descanso... e encontrareis descanso! Jesus é o que precisamos e quando vimos a ele como ele diz, não há nenhuma dúvida sobre os resultados: Eu vos darei descanso e encontrareis descanso.

Mas, temos que acreditar nele e tomar a decisão pessoal de vir a ele com obediência.

A exigência é ensinada em quatro palavras: "Vinde...tomai...aprendei...encontrai"

Estas palavras nos dizem claramente o que deveremos fazer, ao responder a este convite e precisamos saber que não podemos ter o descanso prometido que Jesus quer que tenhamos se não fizermos o que ele nos diz para fazermos!

Considere isso. Não podemos ter o que Jesus quer que tenhamos se não fizermos o que Jesus nos diz para fazer!! Assim, aqueles que estão sob o fardo do pecado precisam vir a Cristo, tomar o Seu jugo, aprender com Ele e encontrar o descanso de que necessitam.

No livro de Atos podemos ler sobre pessoas que fizeram isso. Começando no dia de Pentecostes, lemos isto: Pedro pregou o evangelho de Cristo. Havia muitos presentes em Jerusalém que estavam oprimidos sob o pecado. Eles ouviram Pedro pregar. Eles creram em Cristo, e quando Pedro disse arrependei-vos e sede batizados, eles fizeram isso... e depois do batismo Lucas diz que eles continuaram firmes na doutrina dos apóstolos.

O que eles estavam fazendo? Eles estavam vindo a Cristo, tomando seu jugo, aprendendo com ele e encontrando o descanso para suas almas. Todos os outros casos de conversão em Atos são a mesma coisa.

Considere tomar este jugo. Isso não é como livrarmo-nos de nossa carga em troca de outra carga, a idéia não é essa. E eu não creio que isso deveria ser visto como sendo um lado do jugo, com Cristo do outro lado, onde eu puxo minha metade e ele puxa a outra metade. Não, não é isso.

Eu creio que tudo o que precisamos ver no jugo é submissão e guia; quando nos submetemos a Cristo, somos guiados exatamente no caminho e na obra que é justa diante de Deus! Quando decidimos levar a sério Jesus Cristo -- quando cremos Nele, e então fazemos o que Ele diz, obedecemos ao evangelho e vivemos como Seu discípulo -- estamos vindo a ele... estamos tomando seu jugo... estamos aprendendo e estamos encontrando o descanso para nossa alma.

Finalmente, ele disse: "Meu jugo é suave, e o meu fardo é leve". Isto não significa que nenhum esforço seja exigido. Isto não significa que tudo sobre ser um cristão é suave e sem sofrimento.

Mas se estamos usando este jugo, estamos sendo guiados exatamente na obra que agrada a Deus, há um profundo prazer interior, há uma alegria, em completo contraste com o jugo ofensivo do sistema religioso dos fariseus ou de qualquer outro sistema humano.

Quando lermos ou estudarmos sobre quem Jesus é e o que ele fez; quando lermos sobre sua vida, Sua obra, Sua morte, sepultamento e ressurreição, jamais deixemos isto de lado.

"Vinde a mim , todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve" (Mateus 11:28-30).

-por Warren Berkley

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Lifehouse's Everything Skit ::: | É Isso que Jesus faz por você!





Assistam a esse vídeo e veja o que Jesus pode fazer pela sua Vida!!!

sábado, 6 de agosto de 2011

Onde nós Estamos?


Durante muito tempo estive me fazendo essa pergunta... ONDE NÓS ESTAMOS?

Vale dizer que para a os evangélicos, aqueles que não creem em Jesus fazem parte do "MUNDO"... E os que creem no Senhor Jesus, pertencem ao Reino dos Céus...

Pois bem... vou hoje, colocar minha opnião sobre o tema...

Minha opnião é: "ESTAMOS TODOS NO MUNDO!!"

Todos nós estamos nesse mundo, os "SALVOS" pertencem ao Reino de Deus, mas convivem no mundo. Para que possamos ter vitória sobre algum problema, precisamos enfrentá-lo... Pois é.. Jesus disse: "No mundo tereis aflições, mas tende bom animo, EU VENCI O MUNDO" (João 16:33).

O que acontece é que Deus nos guarda.. Quando Ele nos chama para uma obra, Ele nos sustenta até o fim! É bem verdade que "O MUNDO JAZ NO MALÍGNO"... Mas Deus nos protege...

Podemos ver isso no Salmo 91... Nele diz: "Aquele que habita no esconderijo do altíssimo, a sombra do onipotente descançara... Ou seja, estamos no mundo, mas habitando no esconderijo do nosso Deus. Ainda no Salmo 91, numa versão mais clara diz: "Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo de tuas asas, você estará seguro..."

Para finalizar eu digo: O Senhor está te protegendo de todo o mal... pense nisso... e aceite o que Ele quer fazer na sua vida... Afinal, todos nós vivemos no mundo, pois não conheço nenhum ET...


"EU FAREI NA TUA CASA, O QUE VOCÊ TEM FEITO NA MINHA" diz o Senhor!...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A PESCA MARAVILHOSA




A PESCA MARAVILHOSA
(Lucas 5: 1-11)

E aconteceu que, apertando-o a multidão, para ouvir a palavra de Deus, estava ele junto ao lago de Genesaré;

E viu estar dois barcos junto à praia do lago; e os pescadores, havendo descido deles, estavam lavando as redes.

E, entrando num dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da terra; e, assentando-se, ensinava do barco a multidão.

E, quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar.

E, respondendo Simão, disse-lhe: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sobre a tua palavra, lançarei a rede.

E, fazendo assim, colheram uma grande quantidade de peixes, e rompia-se-lhes a rede.

E fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco, para que os fossem ajudar. E foram, e encheram ambos os barcos, de maneira tal que quase iam a pique.

E vendo isto Simão Pedro, prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Senhor, ausenta-te de mim, que sou um homem pecador.

Pois que o espanto se apoderara dele, e de todos os que com ele estavam, por causa da pesca de peixe que haviam feito.

E, de igual modo, também de Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão. E disse Jesus a Simão: Não temas; de agora em diante serás pescador de homens.

E, levando os barcos para terra, deixaram tudo, e o seguiram.


Hoje em dia, como no tempo de Jesus, é comum um pescador, quando vai sair para pescar... sair de madrugada, pois muitos consideram o melhor horário para pescar...
Os discípulos de Jesus, também fizeram isso, resolveram ir de madrugada... Mas antes de sair eles: lavaram as redes, costuraram as que estavam rasgadas, checaram o barco, enfim, olharam tudo para que a pesca fosse muito boa... (Mas nem sempre dá certo).


Talvez amado, você já tenha passado por isso, talvez você já tenha feito alguma coisa, tenha feito tudo certinho, mas nada aconteceu... Pois é, saiba que o que acontece na nossa vida não é no nosso tempo, é no Tempo de Deus...


Quando Jesus viu que eles estavam na praia lavando as redes porque não haviam pescado nada disse a Simão: Vai para o mar, jogue as redes... Simão respondeu a Jesus: "Senhor, trabalhamos a noite toda e nada pegamos, mas SOBE TUA PALAVRA JOGAREI AS REDES, e pescaram grande quantidade de peixe"..

As vezes amado, isso vai nos acontecer. Jesus nos dirá para fazer algo que já fizemos, mas que não deu certo... Mas desta vez dará certo.. POIS CHEGOU O TEMPO DE DEUS.

O que precisamos é:

1º Ouvir a voz de Jesus
2º Esperar o Tempo do Senhor


Essa é a chave para uma vida em abundância...

... e o texto ainda fala que foram tantos peixes que tiveram que chamar o barco vizinho para poder ajudar... Essa é uma palavra para tua vida querido, através da tua vida, da tua atitude, pessoas ao seu redor também serão abençoadas...


Para terminar Jesus disse a Simão: "Não Temas, de agora em diante serás pescador de Homens"


Amado, é para isso que o Senhor nos chamou.. Para pregar o evangelho para os que precisam, dizer a eles sobre Jesus... O Senhor te levantou para isso... Através do seu testemunho, vidas serão libertas para a Glória do Senhor.. Não tenha medo, Deus está com você...!


Recebe essa palavra em Nome de Jesus... Amém!!